Sites utilizados: http://quatrorodas.abril.com.br/QR2/
http://www.chevrolet.com.br/index.shtml?

CHEVROLET CLASSIC 1.0 VHC E FLEXPOWER


Valor do Classic (Completo)R$ 32.218,00
Modelo:
SEDAN 4 Portas
1.0 FLEXPOWER
VHCE R$ 31.428,00
Cor externa:
Prata Polaris R$ 790,00

Configuração Completa:
Ajuste altura cintos diant / immobilizer / parachoques na cor do veículo / calotas integrais / retrov com controle manual interno / conta-giros / preparação som / temporiz limpador / desemb vidro traseiro / chapa proteção motor / ar condicionado / direção hidráulica

Comercial do antigo Corsa Classic

Comunicado sobre o Omega


No momento, todos as unidades Omega importados pela Chevrolet foram vendidas, não havendo assim disponibilidade imediata desse produto nas Redes de Concessionárias. Com o objetivo de atender os Clientes, a Chevrolet está trabalhando para viabilizar as importações, mas sem previsão de quando teremos o produto disponível nas concessionárias.
Fonte: http://www.chevrolet.com.br/veiculos/carros/omega/index.shtml

Sistema Oxi-sanitização GM


Você acha que é possível deixar o ar dentro do seu carro totalmente livre de micro-organismos? A GM garante que sim com seu novo “revolucionário sistema de oxi-sanitização”, que é oferecido desde outubro apenas a donos de carros Chevrolet em algumas autorizadas da marca. A promessa é de um serviço que “permite eliminar do ar interno do veículo, em apenas meia hora, as bactérias, fungos, vírus, ácaros e odores indesejáveis”.

Para conferir se o sistema funciona, convocamos um Corsa 2005 com 52 349 km rodados acostumado a levar fumantes e um cachorro – e que não é equipado com ar-condicionado. Antes, o veículo deu uma paradinha no laboratório Controlbio para verificação da quantidade de bactérias e fungos no ar da cabine. Segundo Camila Silveira da Fonseca, microbiologista do laboratório, a promessa dificilmente seria cumprida. “Não dá para eliminar todos os contaminantes do ar. Ninguém vive em um ambiente estéril”, disse.

Após a coleta de micro-organismos, fomos à autorizada Vigorito, em São Paulo. Para fazer a higienização, coloca-se dentro do veículo uma máquina que absorve o oxigênio do ar e, por meio de uma descarga elétrica, produz ozônio e oxigênio ionizado, gases com propriedades germicidas. O aparelho fica 30 minutos dentro do veículo, com os vidros fechados. Após a aplicação, a intenção é que o ar interno fique livre de micro-organismos, por um custo de 90 reais.

No mesmo dia voltamos ao laboratório para a segunda coleta do ar. As notícias não foram boas: houve redução de apenas 15,1% nas bactérias e aumento de 620% dos fungos. “Isso não quer dizer que a máquina não funcionou. O problema é que, sempre que você abre as portas ou janelas, o ar externo contaminado vai invadir a cabine e o ar limpo vai sair. O serviço não é eficaz para uso em um carro”, diz. Mas Camila explica que os níveis de micro-organismos antes e depois estavam dentro de limites normais.

O diretor-geral de pós-vendas da GM do Brasil, Luiz Carlos Lacreta, informou que a montadora realizou testes com três modelos da marca e obteve resultados próximos de zero e que os carros se mantiveram até 60 dias sem bactérias.

http://quatrorodas.abril.com.br/autoservico/cumpre/sistema-oxi-sanitizacao-gm-518137.shtml

Chevrolet lança o Aveo RS


Quando foi lançado na América do Norte, em 2007, o Aveo chegou causando polêmica. Não por suas dimensões reduzidas ou pela simplicidade de seu interior, mas sim pelo design de linhas controversas. Os faróis arregalados e a enorme grade dianteira eram apenas dois pontos de discórdia entre fãs e críticos do carro.

Em Detroit, a GM quer mudar de vez a imagem de seu compacto com o Aveo RS. Apesar de ainda ser apresentado como um conceito, o modelo não deve ser muito diferente daquele que ganhará as ruas norte-americanas em breve.

A semelhança com o novo Spark é nítida de todos os ângulos. A dianteira ostenta a identidade visual adotada nos últimos lançamentos da marca, com uma grade hexagonal posicionada abaixo do capô. Os faróis têm um desenho bem mais agressivo (e moderno) do que o antigo Aveo.

De perfil, soluções como a maçaneta traseira embutida na janela e os vincos ascendentes conferem um ar mais moderno ao compacto. A vigia traseira é moldada por linhas mais angulosas e as lanternas tem um formato muito parecido com as utilizadas no Spark.

Por dentro, o painel de instrumentos que mistura mostradores analógicos com visores digitais também foi inspirado no Spark. No geral, o acabamento do Aveo RS é bem mais esmerado do que seu antecessor. É interessante notar que conceitos de estilo adotados pela GM em todo o mundo, como o dual cockpit (presente inclusive no Agile), também foram aplicados neste estudo.

A versão exibida em Detroit é equipada com um motor 1.4 de quatro cilindros e dotado de turbocompressor, que gera uma potência de 138 cv. A nova geração do Aveo deve ser lançada apenas em 2011.

http://quatrorodas.abril.com.br/carros/lancamentos/chevrolet-aveo-rs-524377.shtml

Dicas > Usados > MERIVA



Você prefere dirigir carros pequenos e ágeis na cidade, mas sempre sonhou com o espaço de um minivan para conseguir levar sem aperto a família inteira e sua bagagem? Como é 30 centímetros menor que uma Zafira, a Meriva virou uma boa opção para o público que busca aliar tamanho compacto a interior espaçoso. Lançada em agosto de 2002, já modelo 2003, ela foi desenvolvida sobre a plataforma do Corsa. E alguns sinais desse parentesco estão presentes no interior, como mostradores, sistema de som e volante. Outro indício dessa ligação era o motor 1.8 8V de 102 cv. No início havia ainda um 1.8 16V com coletor variável, de 122 cv.

Com 4,04 metros de comprimento, a Meriva oferecia uma solução de aproveitamento interno chamada FlexSpace - o banco traseiro vira duas poltronas mais confortáveis, com apoios de braço. O problema era o preço. Como o item vinha agregado a vários outros opcionais, custava 7 400 reais. Por isso no mercado de usados é difícil achar uma com o FlexSpace.

No início, a versão de entrada era meio pobre mesmo. De série, só direção hidráulica, imobilizador eletrônico, conta-giros e limpador e lavador traseiros. Itens procurados em minivans, como mesinhas rebatíveis para o banco de trás e porta-copos, eram opcionais, assim como ar-condicionado e vidros elétricos.

Em 2003 veio a versão flex com potência de 105/ 109 cv. Em 2004 mudaram os nomes: a básica virou a Joy, a intermediária, Maxx, e a topo-de-linha, Premium. Em 2005 a potência subiu para 112/114 cv.

A Meriva é um carro de manutenção simples que costuma apresentar vários pequenos defeitos de qualidade, mas no geral é um modelo robusto, tanto que é muito utilizado por taxistas, com elogios para o motor resistente, fácil de consertar, porém gastão - são comuns os relatos de consumo na cidade de 6,5 km/l rodando com álcool.

PREÇO DOS USADOS (EM MÉDIA)

2002
1.8 8V: 29 200
1.8 16V: 30 500
Joy 1.8 flex: -

2003
1.8 8V: 30 100
1.8 16V: 31 400
Joy 1.8 flex: -

2004
1.8 8V: 32 300
1.8 16V: 33 000
Joy 1.8 flex: -

2005
1.8 8V: -
1.8 16V: -
Joy 1.8 flex: 34 800

2006
1.8 8V: -
1.8 16V: -
Joy 1.8 flex: 36 000

fonte: Molicar

PREÇO DAS PEÇAS

ORIGINAL
Pastilha dianteira (jogo): 334
Bandeja dianteira completa: 560
Amortecedor dianteiro: 234
Farol esquerdo sem regulagem elétrica: 517
Retrovisor esquerdo (manual): 305

PARALELO
Pastilha dianteira (jogo): 50
Bandeja dianteira completa: 350
Amortecedor dianteiro: 180
Farol esquerdo sem regulagem elétrica: 280
Retrovisor esquerdo (manual): 150


ONDE O BICHO PEGA


Direção hidráulica
Cheque se há um ruído quando se gira o volante com o veículo parado sobre o asfalto. O problema, comum, indica que pode haver uma folga na mangueira de retorno do fluido.
Ar-condicionado
Teste o aparelho para ver se ele está funcionando bem, pois pode haver uma falha na tubulação de alumínio do sistema, que deixa o gás escapar.
Vidros elétricos
Verifique se todos os vidros sobem e descem perfeitamente, pois a máquina - feita de plástico - quebra-se com relativa facilidade e às vezes ela é só consertada, em vez de ser trocada.
Pontos de solda soltos
No testdrive, procure por estalos vindos da traseira, sinal de problemas em pequenos pontos de solda do teto.
Ruídos internos
São várias as fontes de barulho dentro da Meriva. Há ruídos nos plásticos do acabamento interno, o tampão do porta-malas que salta em buracos e bate na tampa traseira, os vidros que "dançam" nas canaletas quando abertos pela metade ao rodar em piso ruim e o ar-condicionado que emite um tipo de ronco com o motor em marcha-lenta.

FUJA DA ROUBADA

Não compre uma sem ar-condicionado. É garantia de mico, pois esse público faz questão do equipamento. Na hora de revender, mesmo com desconto, é difícil.

A VOZ DO DONO

"É a segunda Meriva que tenho. Entre os pontos fortes da Meriva estão o espaço interno e o desempenho. E tem a vantagem de ter um comportamento de suspensão e direção mais perto de um automóvel que de uma minivan, como no caso da Scénic, por exemplo. Entre os pontos negativos, não gosto do acabamento, que risca com facilidade. Só não compraria uma zero-quilômetro, porque ela está muito cara."
Denis de Azevedo Jereissati, 32 anos, publicitário, São Paulo (SP)

O QUE EU ADORO

"Sou taxista há 39 anos e já estou na segunda Meriva. Com a primeira rodei 150 000 quilômetros sem problemas. A manutenção não é cara, ela é espaçosa e o seguro é razoável."
Antônio Patrício Morozi, 65 anos, taxista, São Paulo (SP)

O QUE EU ODEIO

"O acabamento é péssimo, ela é barulhenta, quebra demais e gasta muito. Os vidros elétricos já deram problema, o ar deixa de funcionar e há até estalos na carroceria."
Henrique da Cunha Soares, 27 anos, comerciante, Curitiba (PR)

TESTANDO: S10 2.4 FlexPower Executive



Todos já brincaram com o Sr. Cabeça de Batata. Talvez nem todos, então vou explicar: é uma batata de plástico, onde a gente encaixa 40 tipos de orelhas, nariz, olhos... - e assim vai mudando a cara do tal senhor. De certa forma, montadoras fazem o mesmo, com lanterna, friso, grade... Mas chega a hora em que começam a faltar pecinhas alternativas na caixa. É o caso da S10, nascida em 1995 e reformada em 1999, 2001, 2005 e agora.

Não haviam usado farol máscara negra, agora foi. Rodas e adesivos sempre dá para trocar, e assim aconteceu. Como as lanternas já tinham virado fumê, restou criar gomos salientes. A grade (que já teve treliça, réguas verticais e horizontais) adotou o inédito estilo "ausente", tão espaçada que expõe o radiador a paus e pedras. A tomada de ar falsa no capô cresceu e o pára-choque ganhou aplique de aventureiro urbano. Rack, santantônio e estribo eram roliços e ficaram quadrados - e ganharam companhia de um defletor no teto. O adesivo preto entre as janelas agora chegou às colunas do pára-brisa. E, na tampa traseira, pregaram uma ripa de plástico. O resultado é caricato (o que falta? Olho de gato na porta? Antena tipo quilha?) e não resolve o problema: a S10 2009 tem a cara pouco sorridente do modelo 2001. Em vez de orelhas e bigodes, era o caso de trocar a batata inteira.

Mas a picape é um fenômeno. De janeiro a março, foram emplacadas 6 998 unidades, 62% mais que em 2007. Esse mercado cresceu espantosos 46,5% de um ano para o outro, e a General Motors (que faz a S10 no Brasil e principalmente para brasileiros) tem mais agilidade que as rivais para se ajustar. Um exemplo são as encomendas de frotistas, com exigências específicas e volumes que chegam a 1 000 unidades por cliente. "Quando abre leilão do governo, a gente dá o lance e já pede para aumentar a produção, a gente nunca perde", diz Hermann Mahnke, gerente de marketing. Além de agilidade, a GM tem presença: são 559 concessionárias, contra 122 da Toyota.

Em 2007, a Chevrolet mostrou oportunismo ao lançar a versão FlexPower. Só assim a S10 resistiu ao ataque da Hilux e chegou ao 13º ano de liderança nas vendas. No nobre e disputado mercado de picapes diesel, a batalha parece perdida. Contra as novas Hilux, L200 Triton e Frontier SEL, só com um produto novo. Enquanto isso não acontece, a Chevrolet trata de lançar novas versões com o motor 2.4 flex: na base, a Advantage cabine simples (por 47 000 ou 48 000 reais, ainda não está decidido); no topo, essa Executive cabine dupla, por 70 990 reais.

Boas intenções não faltam. O motorista tem banco de couro com ajuste elétrico de altura e distância, mais dois de inclinação do assento. No teto, há um porta-controle remoto de garagem, com membrana de borracha na tampa para você apertar o botão sem tirar do compartimento. A trava elétrica das portas tem assistência pneumática, para suavizar o movimento das fechaduras - em vez de tlac, temos zip-pfff (lembra o abrir da embalagem de café Melitta). É um recurso raro. Quem usa muito é a Mercedes-Benz, nos Maybach inclusive. O porta-cassetes (sim, tem um) é acarpetado, mais macio ao toque que o porta-CDs do novo Omega. A picape da Chevrolet é como os antigos cinemas: as poltronas são de couro e o acabamento é requintado, mas você não aproveita o melhor do filme porque os joelhos ficam apertados e você não enxerga além da cabeça de quem está na fileira da frente. Perto da S10, Hilux e nova Frontier parecem Cinemark e UCI, com mais espaço e ergonomia.

O solitário suspiro de renovação está no painel. Os mostradores estão menores, agora são os usados por Classic, Corsa, Meriva e Vectra. Deste último, ele pegou o hábito de cumprimentar o motorista, girando os ponteiros até o limite. A S10 inaugura o padrão de cor "ice blue", que será usado no resto da família. Não combina com a imitação de madeira que existe nas portas, mas a tentativa anterior (pintar de prateado a moldura de plástico rugoso) era muito mais estranha. Versões mais simples ganharam novos tecidos e o volante sem airbag ficou mais encorpado. Mudança bem-vinda: esse aqui é grande e tem aro fino.

A Hilux é mais gostosa de dirigir, mas a S10 não é ruim. Com 147 cv e 21,9 mkgf de torque, o motor 2.4 (parecido com o do Vectra, mas com oito válvulas) dá conta do recado. Iria melhor se as marchas ficassem mais próximas: você precisa esticar a segunda até cortar (a 6 000 rpm) para o giro cair em 3 500 giros, ao engatar a terceira. É um trator? Não - e, para um carro com tração 4x2, não precisa. É um foguete? Não - e, se fosse, pediria uma caixa de direção mais precisa que essa de esferas recirculantes. Levada sem pressa, a picape vai bem no D1, circuito misto do campo de provas da General Motors. A Zafira usada como camera-car vem sofrendo, no asfalto que simula as condições brasileiras, e a S10 passa lisa. Nem é com ela. Quando muito, a picape quica jogando ligeiramente para a frente (porque a suspensão é macia no eixo dianteiro e dura no traseiro). Problemas de quem tem que agradar rodando de caçamba vazia ou carregada com 770 quilos. Talvez não seja a melhor picape para o pai de família que trabalha na cidade e vai ao sítio no fim de semana, mas para outros tipos de público - policiais militares, plantadores de cana e gente que mora a 1 000 quilômetros de qualquer outra revenda - ela ainda rende um substancioso purê.


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S10 FLEX - R$ 47 000
É preço estimado da cabine simples básica. Na cabine dupla Executive, testada por nós, vai custar 70990 reais.

DIREÇÃO, FREIO E SUSPENSÃO
Direção por esferas recirculantes é robusta (além do necessário) e imprecisa (além do razoável. A suspensão traseira poderia ser mais macia, na picape executiva. Bons freios.

MOTOR E CÂMBIO
A S10 não é vigorosa, mas anda bem, e beber álcool é uma belíssima vantagem. A terceira marcha podia ser mais próxima da segunda.

CARROCERIA
Ultrapassada. Dentro da cabine, falta altura. A S10 nasceu tão bonita, não merecia tal sobrecarga de adereços.

VIDA A BORDO
A S10 traz nobrezas como trava elétrica pneumática, vidros umtoque e banco de couro com ajuste elétrico. Pedais e alavancas são leves. O tempo pesa na ergonomia da cabine.

SEGURANÇA
ABS, controle de tração e airbag duplo. Pelo preço, um bom pacote.

SEU BOLSO
Preço interessante, manutenção barata, rede autorizada onipresente, economia por poder abastecer com álcool e seguro bem mais baixo que o das picapes diesel.